11/09/2017

Parentalidade Positiva


Os pais são o espelho sempre continuado da vida dos filhos. O olhar de confirmação que eles procuram, a fonte diariamente reforçada de um amor-próprio que circula como seiva para além de qualquer pergunta, acima de qualquer resposta, e alimenta os ramos, as folhas, mais tarde as flores. E os filhos são a imagem do que, em cada momento das suas vidas, os pais lhes puderam ou quiseram dar, a expressão mais visível de um jardim parental. Pedro Strecht
A parentalidade é um caminho de auto-conhecimento. Buscamos o melhor de nós. Não existem fórmulas. Não temos sempre as respostas. É neste trajecto que, a leitura de um livro pode fazer a diferença. Um livro é sempre um bom companheiro de viagem. 

O livro Parentalidade Positiva, de Pedro Strecht, publicado pela editora Verso de Kapa, é uma excelente leitura para quem deseja melhorar a sua relação com as crianças. Através de alguns exemplos da sua experiência pessoal e clínica, a análise da mensagem torna-se mais clara e por isso mais directa.
Numa escrita cativante e serena, em cada página, o autor oferece-nos um espaço para reflexão. Ao estilo de escrita narrativa e fluída, o autor aborda temas essenciais, que nos preocupam enquanto pais e educadores. Desde a comunicação entre pais e filhos, novas tecnologias, birras, castigos, hiperactividade, sono, à separação, divórcio e novas famílias, pelas cento e trinta e cinco páginas, encontramos vinte capítulos:
  1. Relativizar os problemas
  2.  A construção da autoestima
  3.  Reforçar positivamente
  4.  Comunicação entre pais e filhos
  5.  A gestão do tempo no dia a dia
  6.  Da dependência à autonomia
  7.  A importância do sono
  8.  Alimentação na infância
  9.  Regras e limites
  10.  Birras, oposição, castigos
  11.  Brincar é fundamental
  12.  A criança e os media
  13.  O peso das novas tecnologias
  14.  Mente sã em corpo são
  15.  Hiperatividade e défice de atenção
  16.  Escola e aprendizagem escolar
  17.  Sobre a utilidade da Expressão Artística
  18.  Separação, divórcio e novas famílias
  19.  A criança perante a doença e a morte
  20. Trauma na infância

Ainda hoje, em pleno parque infantil, assisti a uma cena miserável: um adulto que violentamente deu um puxão de orelhas, a uma criança de pouco mais de quatro anos. Não é episódio único. Não há razão alguma, para justificar este tipo de agressão. Estes adultos precisam de ler este e outros livros sobre educação. Por isso, saliento a frase na imagem anterior, que faz parte do capítulo dez, das birras, oposição e castigos. A sociedade em geral precisa de evoluir nesta questão, pois é demasiado comum. 
Avançamos muitíssimo em milhares e milhares de anos de civilização mas, mesmo assim, é espantoso acreditar que só as últimas décadas trouxeram uma noção bem definida de protecção à infância, de direitos dos mais novos e de necessidade de suporte a quem se torna pai ou mãe. Pedro Strecht

BOAS NOTÍCIAS
A editora Verso de Kapa vai oferecer dez exemplares deste livro, a quem também comprar o livro Educar com o Coração - Pedagogia Montessori em Casa
Para mais detalhes acompanhem o facebook do Taquid. 
Grata. 💚

01/09/2017

Nature Smart


A Inteligência Naturalista identificada por Howard Gardner, na sua teoria sobre as Inteligências Múltiplas, verifica-se no interesse e compreensão pela natureza. Existe uma sensibilidade da pessoa para a descoberta dos elementos da natureza, da sua variedade e das suas características. Nature Smart é um termo mais informal utilizado para esta inteligência. Ser Nature Smart é algo que podemos sempre desenvolver ao longo da vida. 
A criança é por "natureza" Nature Smart. Mas, o ritmo de vida de hoje está a anular esta inteligência. O número de horas que as crianças passam em circuitos fechados é demasiado elevado. E não está, de forma alguma, em equilíbrio com o número de horas passado ao ar livre. 
A natureza é uma das primeiras janelas de curiosidade da criança e é, certamente, a janela que pode ajudar a recuperar o significado a quem a perdeu. Catherine L'Ecuyer, Educar na Curiosidade

Um ambiente rico e aberto apresenta continuamente escolhas à criança. Constrói-se uma ligação criativa e fluída. Um ambiente rígido, confinado, limita o desenvolvimento. Um ambiente que não promove o trabalho autónomo, a ligação do mundo interior ao mundo exterior da criança, não lhe permite desenvolver os sentidos. A criança aprende através dos sentidos.



Um educação rica em experiências, no mundo natural,  ensina através dos sentidos. Richard Louv, Last Child in the Woods

Quando a criança está num espaço natural, a natureza fornece-lhe todos os brinquedos que precisa. As bolotas transforma-se em pessoas. Formam uma família e a fenda da árvore é a sua casa. As flores e as ervas enfeitam o jardim. Com os pauzinhos construímos o caminho até à casa...



Earth who gives to us this food
Sun who makes it ripe and good
Dear earth, dear Sun, by you we live
Our loving thanks to you we give
(Poema Pedagogia Waldorf)

Este poema é tão sensível e inspirador. Sentar no jardim e agradecer por tanta beleza natural,  é um exercício maravilhoso para fazer com as crianças. Aprender a estar grato é essencial para valorizar o que nos rodeia. As crianças adoram os bichinhos, adoram os pauzinhos que encontram nas suas caminhadas. Por isso, eles conseguem bem entender o que é estar grato pela natureza.




Às vezes também levamos materiais de pintura para o parque. Pintamos, por exemplo, árvores. Colhemos folhas, galhos, fazemos poção mágica de erva...

Levemos a criança ao ar livre, para lhe mostrar as coisas reais em vez de fazer objetos que representam ideias e que se fecham em armários. Maria Montessori, From Childood to Adolescence



As saídas ao exterior, cujo objectivo não sejam puramente (...) uma questão de saúde, nem uma necessidade prática, mas que se tornem numa experiência viva, irão tornar a criança consciente da realidade. Maria Montessori, From Childhood to Adolescence















16/08/2017

A Concentração e a Mão Infantil



Imaginemos um grupo de cinco crianças. Estarão todas concentradas ao mesmo tempo, sobre a mesma coisa? Não.
Então, qual a razão de as mantermos ocupadas a realizarem o mesmo trabalho? Quando lhes permitimos livre escolha, elas não estão apenas entretidas. As crianças, com livre escolha, concentram-se no que decidiram fazer. 
Resultado? Concentração espontânea.



O trabalho das mãos é um elemento essencial no desenvolvimento da concentração. Através das mãos a criança explora o mundo e desenvolve as funções cognitivas. A sua profunda concentração e ligação ao trabalho, provoca na criança uma alegria imensa. Daí resultará o amor por aprender.

Não são necessárias ordens, instruções, berros, comparações, julgamentos - ou seja, qualquer ruído, intervenção ou manipulação por parte do adulto, que provoque dor e afastamento da criança. Estas acções sobre a criança, anulam a sua vontade. Já ouvi por demasiadas vezes, chamarem crianças de "preguiçosas". Mas isso é mesmo possível? Não, pois não!? 
As crianças são pura alegria, puro movimento. Como alguém (lá do alto) pode rotular uma criança de preguiçosa? (Eu sei) O que aconteceu, é que toda a vontade e concentração espontânea da criança, foi anulada, por diversas vezes (demasiadas).










23/07/2017

Salada de Flores


A Fernanda Botelho é uma reconhecida Herbalista e tem espalhado sementes através dos seus livros e do seu blogue http://malvasilvestre.blogspot.pt/. Tem diversas publicações em revistas e presenças em programas televisivos. Participa em projetos escolares de educação ambiental e partilha com as crianças a sua sabedoria. É autora de vários livros.

O seu livro Salada de flores é um excelente livro infantil de iniciação à botânica e à ecologia. Escrito de uma forma sensível, as personagens participam numa inesquecível viagem ao mundo das plantas. Entre malvas e calêndulas, borragens e tanchagens,a Sara, a Maria, a Carolina e o Rodrigo divertem-se e aprendem. Uma horta ecológica onde não há lugar para adubos químicos, uma piscina em que a limpeza da água não depende do cloro, e uma casa de argila e de palha, com um jardim no telhado, são o cenário ideal para a aventura da Sara, da Maria, da Carolina e do Rodrigo, quatro amigos de palmo e meio que partem à descoberta da natureza.


Livro 'Salada de flores' from Sara Simões on Vimeo.


A quinta da Sara tem uma casa com um telhado verde.
Verde como a horta que fica mesmo ao lado,

Onde crescem morangos perto da borragem.

A borragem que dá coragem,

Coragem de não ter medo das urtigas.
Urtiga que servem para fazer chá, sopa e chorume.




 (origem Fernanda Botelho)

Nunca mais esqueci o livro, desde que o vi pela primeira vez numa livraria. Na altura achei que era um livro tão único, por ser dedicado a plantas e flores e escrito por uma autora portuguesa. As lindas ilustrações de Sara Simões tornam este livro ainda mais especial.

É curioso que,  por via deste blogue, tenha agora a oportunidade de ler o livro e de escrever este texto. Só posso sentir gratidão. 💜
Mas, não fazia ideia de outro pormenor maravilhoso - a Fernanda Botelho tem formação em Educação Montessori! Não há coincidências. Por alguma razão a encontrei.

Não resisti em colocar-lhe algumas questões sobre o Método Montessori. 

Como encontrou o método Montessori?
Desde muito cedo que tive a certeza que queria trabalhar com crianças e com plantas. Fui viver para Londres aos 17 anos e comecei a pesquisar vários cursos de pedagogia. Uns anos mais tarde, em 1985, depois de algumas viagens, regressei a Londres e  quando o meu inglês já estava bem interiorizado decidi inscrever-me no curso de Educadora Montessori.

Porque decidiu estudar o método?
Por várias razões. Existem muitas coisas nessa pedagogia que fazem sentido como a forte ligação à Natureza e o constante reforço nos métodos que conduzem a uma grande autonomia e independência da criança. Os exercícios muito estruturantes são ótimos em crianças que tenham uma natureza organizada e algum sentido de ordem mas são mais difíceis em crianças mais caóticas e desconcentradas acabando estas muitas vezes por se sentir frustradas ao não conseguir realizar. Existem muitos métodos pedagógicos e existem muitos tipos de crianças, para umas este método será ideal para outras fará mais sentido a pedagogia Waldorf ou Pestalozzi ou outra.

É possível aplicar o método em casa? 
Sim, claro.

Comentário final.
As pedagogias são como as religiões, não existe uma que esteja completamente certa. No fundo, a essência de todas as religiões, assim como a essência de grande parte das pedagogias é cuidar do bem-estar  e do desenvolvimento saudável e feliz de todas crianças.
Continuo no entanto a achar que uma boa pedagogia posta em prática por alguém que não tenha paixão e amor pelo que faz, não serve de nada. A melhor pedagogia é mesmo o amor e a verdade.


(origem Fernanda Botelho)

A botânica é um tema muito forte no Método Montessori. Já escrevi, várias vezes ao longo dos textos deste blogue, que a Natureza desempenha um papel fundamental no método. 
Salada de Flores é um livro fantástico para incluir nesta aprendizagem. A Fernanda Botelho vai às escolas apresentar o livro e leva um cesto das flores que constam no livro. As escolas deveriam incluir esta atividade no seu plano anual. Mesmo que, não haja a possibilidade da visita da autora, poderiam adquirir o livro e seguir a sua história, que é um lindo guia de introdução à botânica. Quer seja através da  história, quer seja através das ilustrações é delicioso apresentar às crianças. E será ainda melhor se forem juntos, colher as plantas. A mesma sugestão para fazer com a família.

Encantadas e inspiradas no livro, já começamos a fazer coisas! 😊



Entretanto, vamos colher flores e fazer a salada de flores comestíveis. 💚💚 Ou então, talvez o bolo de alfarroba.


A boa notícia é: A Fernanda Botelho e a sua editora Dinalivro Edições vão oferecer um exemplar aos seguidores do Taquid. 💚💛😊😊 Estejam atentas/os à página de facebook


Próximos eventos de Fernanda Botelho
13 de Agosto na Quinta da Ribafria em Sintra
3 de Agosto em Sintra Programa Ciência Viva (gratuito)
4 de Agosto Festival Zimp em Seia.
23 e 24 Agosto Jardim Botânico do Faial nos Açores
3 de Setembro na Quinta da Ribafria em Sintra
12 e 13 de Setembro em Sintra Programa Ciência Viva (gratuito)

12/07/2017

Dar voz al niño


O título do livro – Dar a voz al niño - despertou a minha atenção. O que significa dar a voz á criança? 

A autora do livro Yvonne Laborda tem um discurso provocador, sem rodeios e palavras amenas.  E foi essa forma de escrever que me levou a querer partilhar o livro com os seguidores do blogue. A realidade é sempre difícil de aceitar, mas é essencial para a nossa cura e para criar gerações mais pacíficas. Com este livro, a autora procura despertar as consciências para uma comunicação de amor e de intimidade emocional com as crianças.

A violência sobre as crianças tem diminuído (às vezes tenho dúvidas) ao longo das gerações, ou pelo menos não é tão visível. Mas, existe ainda agressividade na forma como comunicamos com a criança e como a tratamos. Ao longo de todos os capítulos, a autora dá vários exemplos sobre a agressividade a que as crianças são sujeitas. 

A Yvonne Laborda permanece na esperança e acredita que, num futuro próximo seja possível alterar esta realidade.

que un día no muy lejano también nos daremos cuenta que castigar, amenazar, obligar, forzar, gritar, desatender, no escuchar, ordenar, exigir, premiar, humillar, rechazar, criticar, juzgar e ignorar a un niño también es mal trato, abuso emocional y un acto de violencia.

Segundo a autora, se na nossa própria infância tivemos pouca ou nenhuma voz, dificilmente daremos a voz aos nossos filhos. Aqui estará a grande questão. É necessário escutar a criança, deixando de julgar as suas necessidades legítimas.


O livro, composto por quase trezentas páginas, está dividido em quatro capítulos:
  1. Qué nos impossibilita conectar emocionalmente com los niños?
  2. Las cuatro raíces de la crianza consciente
  3. Sintiendo al niño
  4. Criando un nuevo mundo
Neste link pode ler com mais detalhe o índice e a introdução.

Um dos objectivos do trabalho de Yvonne é ajudar a cortar a cadeia transgeracional de desconexão e de falta de empatia pelas necessidades da criança. Acredita que, numa só geração é possível ter mais adultos que viveram infâncias mais humanas. Uma geração pode construir uma parentalidade mais consciente. Mas, como se pode mudar toda uma sociedade? Simplesmente, mudando a forma como nos relacionamos com a criança: criando relações mais amorosas e pacíficas e libertando-nos de juízos, críticas, expectativas e necessidade de controlo. 

Já Maria Montessori, havia escrito sobre este assunto, no tema educar a humanidade para a paz. 
Só através de uma educação consciente e respeitadora da criança se pode construir a paz no mundo e no pequeno mundo da criança e da família.

Um exemplar deste livro será oferecido pela autora, através de um sorteio na página de facebook do taquid. ❤❤ Aproveite! Fique atenta/o! 

21/06/2017

Educar com o coração


Cristina Tébar é a autora do livro «Montessori en casa – El cambio empieza en tu família», publicado em Portugal com o título «Educar com o coração – Pedagogia Montessori em Casa».

A autora do livro encontrou Montessori, após o nascimento do seu filho. À medida que foi lendo Montessori, apaixonou-se pelo método e começou a integrá-lo, como modelo educativo, no seu estilo de vida. É fácil de perceber porque me identifico totalmente com esta autora. Aconteceu-me a mesma coisa. A partir do momento que conheci o método, comecei a estudá-lo e a aplicá-lo em casa. E esta paixão pelo método é partilhada convosco através deste blogue.💜

O livro é de leitura simples e agradável e é indicado para quem deseja iniciar o método em casa e precisa de se organizar. Para os leitores com mais conhecimento, será uma leitura que vem confirmar e apoiar a certeza de que se trata de uma pedagogia de amor e de educação para a vida. 
Não é um livro com imagens e explicação técnica dos materiais, nem com exemplificação de atividades. São cento e cinquenta e sete páginas inspiradoras.

Vai ficar a perceber o que é Montessori, enquanto pedagogia e como filosofia de vida, ajudando-o a arrumar toda a informação (...).

O conteúdo está dividido em sete capítulos:
  1. Porquê o interesse em Montessori se não sou docente?
  2. Uma visão global de tudo o que abrange Montessori
  3. Existe Montessori fora da escola? E funciona?
  4. Quero aplicar Montessori em casa. Por onde começo?
  5. Dúvidas, hesitações e dificuldades na hora de adotar a filosofia Montessori?
  6. Crie o seu próprio plano de ação
  7. Ideias e inspiração para momentos difíceis
Gostei especialmente do capítulo cinco, porque responde a dúvidas que me colocam regularmente. Por exemplo, se Montessori funciona com todas as crianças.

Um dos temas que mais abordo nos meus textos é o Adulto Preparado. Cristina Tébar, também escreve sobre este tópico que é extremamente importante para quem deseja seguir o método.


O livro foi lançado pela editora verso de kapa. Em boa hora o fez!  
Se estiver interessada em comprar o livro (com desconto 😊), pode fazê-lo por aqui, pelo blog. Basta enviar-me uma mensagem pelo facebook ou através do email nutrichild@gmail.com

Acredito convictamente que Montessori pode existir fora da escola. Talvez não da mesma forma e com algumas dificuldades, mas, sem qualquer dúvida, faz muito sentido integrar a filosofia Montessori não só no nosso projeto educativo, mas também no nosso estilo de vida.

Eu também acredito. Não é de um dia para o outro e não é fácil. É uma escolha. É sobretudo uma transformação do adulto. 💙

"(...)as pessoas são diferentes e, enquanto algumas são mais receptivas, outras revelam resistência para interiorizar ideias novas que chocam diretamente com as que lhe foram passadas ao longo da vida."
"Alguns dos princípios Montessori que podemos introduzir em casa são a eliminação dos castigos, das recompensas e dos elogios, o respeito pela concentração, o equilíbrio entre a liberdade e os limites e a compreensão plena da diferença entre a imaginação e a fantasia."

"Depois de uma luta de anos contra a matemática - até alcançar um limite e começar a odiá-la - de repente deparo-me com um material manipulativo e me faz ver a beleza e a magia de uma fórmula matemática!"

09/06/2017

Pega-Monstros Pegajosos...


Diversão? Ciência? Descoberta? Sensorial? - vamos então fazer pega-monstros, altamente viscosos e pegajosos...

O que é necessário?
- Cola líquida transparente, 150ml;
- Um copo com 140ml de água fria;
- Um copo com 140ml de água morna;
- Uma colher de sopa de Borato de Sódio (compra-se na farmácia, 1€);
- Um pau para mexer;
- Uma tigela para a mistura;
- Corante alimentar.

Como fazer?
1 - No copo de água morna dissolver bem o borato de sódio.
2 - No copo de água fria, deitar a cola líquida e o corante alimentar. Mexer bem.
3 - Na tigela, juntar tudo. Mexer bem com o pau. Entretanto começa a formar-se o gel! E já está!

Para fazer pega-monstros de várias cores é necessário repetir o processo.

Esta atividade, tal como a plasticina caseira, é excelente para desenvolver a motricidade, a força da mão e do braço. Além de, todo o processo exigir a concentração e participação da criança!

Divirtam-se! ❤❤











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